Fávaro assume mandato de senador em substituição a Selma

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Fávaro assume mandato de senador em substituição a Selma

Diário de Cuiabá  / 

17 de Abril de 2020 as 12:47

A Mesa do Senado deu posse ao senador Carlos Fávaro (PSD-MT), na manhá desta sexta-feira (17).

Ele assume o cargo em substituição à ex-juíza Selma Selma (Podemos), que teve o mandato cassado, de acordo com decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), confirmada pela Comissão Diretora do Senado e já publicada no Diário Oficial da União.

 Fávaro foi o terceiro colocado na disputa ao Senado em 2018.

 Ele assumie a cadeira no Senado apenas de forma interina, até a realização da eleição suplementar, que deve acontecer em outubro deste ano.

O ex-vice-governador só irá ocupar a vaga deixada por Selma graças a uma liminar do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Tofolli.

Selma teve a perda do mandato confirmado pela Mesa Diretora do Senado na quarta-feira (15).

A decisão da Mesa Diretora do Senado que culminou, oficialmente, na perda do mandato foi publicada no Diário Oficial da União que circulou nesta quinta.

Com isso, o cargo foi declarado vago e a ex-magistrada deixa oficialmente de fazer parte do Senado, após pouco mais de um ano exercendo o mandato

ELEIÇÃO SUPLEMENTAR - Os postulantes ao cargo deixado pela ex-magistrada, inclusive, chegaram a registrar as candidaturas junto o Tribunal Regional Eleitoral para participarem da disputa.

No total, 12 políticos estão de olho na Vaga. Entre eles, está o próprio ex-vice-governador Carlos Fávaro.

Com a suspensão do pleito suplementar, a tendência é de que o novo senador por Mato Grosso seja escolhido apenas em outubro deste ano, quando também será realizada as eleições municipais.

Acontece que, por conta da pandemia do novo coronavírus, também não está descartado o adiamento do pleito municipal.

 

Duas possibilidades estão sendo analisadas. 

Primeira, é de adiar a eleição para dezembro; e a segunda, prorrogar o mandato dos prefeitos e vereadores por mais dois anos, garantindo assim a unificação das eleições, em 2022.

 











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