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Surto de coronavírus pode adiar eleição ao Senado em Mato Grosso

folha Max  / 

16 de Março de 2020 as 10:36

Foto: Reprodução

Conforme a jornalista Camila Mattoso, que edita a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, a eleição suplementar, marcada para 26 de abril, para o cargo de senador de Mato Grosso pode ser adiada devido à crise do coronavírus. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, vai conversar sobre o tema com os ministros do STF nesta segunda-feira (16).

 

Na última semana, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, negou um pedido do Governo do Estado solicitando o adiamento das eleições. Entre as alegações para o pedido do Executivo, estavam a crise financeira e a possibilidade de infestação do COVID-19, que chegou ao Brasil e possui mais de 200 casos registrados. Até o momento, Mato Grosso possui 7 casos suspeitos, mas nenhuma caso confirmado da coença.

 

Com a decisão do TSE, os partidos políticos realizaram suas convenções partidárias na última semana. Ao todo, 12 chapas disputarão os cargos de senador e suplentes no Estado.

 

São candidatos o ex-governador Júlio Campos (DEM), o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), os deputados estaduais Elizeu Nascimento (DC) e Valdir Barranco (PT), o deputado federal José Medeiros (Podemos), o empresário Reinaldo Morais (PSC), a coronel Rúbia Fernanda (Patriota), a servidora pública Gisela Simona (PROS), o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB), Procurador Mauro (PSOL) e Feliciano Azuaga (Novo).

 

Conhecida como Moro de saia, Selma Arruda teve o mandato cassado em dezembro do ano passado. Ela foi condenada por abuso de poder econômico e captação ilícita de recursos durante a campanha de 2018.











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